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O que é ?

É definida como a incapacidade do coração de supri-las demandas metabólicas periféricas com sangue suficiente para nutrição e adequada remoção de resíduos. É o resultado final de déficits cardíacos ou circulatórios periféricos prolongados ou graves, sendo o único distúrbio cardiovascular que esta aumentando no mundo ocidental. Alem disso, é causa mais freqüente de hospitalização de pessoas acima de 65 anos de idade.

 

 

 
Fisiopatologia

Os mecanismos regulatórios periféricos e cardíacos se unem para compensar a inadequada função do coração. Porem, a ativação continua de mecanismos compensatórios pode impedir a função cardíaca eficiente, tornando mais difícil a ejeção de sangue pelo coração. No período inicial de compensação há aumento do volume de sangue durante o enchimento ventricular, de forma que a fibra miocárdica sofre maior estiramento antes de se contrair, permitindo um aumento da força contrátil sem diminuir a velocidade de encurtamento da fibra, a chamada lei de Frank - Starling. Esse mecanismo leva ao aumento do tamanho do coração.
Outro mecanismo compensatório é o aumento da freqüência cardíaca. Na insuficiência cardíaca o volume sistólico varia pouco, o debito fica muito dependente da freqüência. O aumento da atividade inotrópica do coração,dependente de norepinefrina,também faz parte dos mecanismos de compensação na insuficiência cardíaca.
Quando existe comprometimento da ejeção ventricular, diz-se que a insuficiência cardíaca é sistólica. Quando o comprometimento é do enchimento ventricular, a insuficiência cardíaca é dita diastólica.

Quadro Clinico

O principal sintoma do paciente com insuficiência cardíaca é a dispnéia, falta de ar, ortopneia, dispnéia, paroxística noturna, quando o paciente é acordado subitamente, "chiado no peito", tosse seca, escarro hemoptoico, dispnéia de repouso é o edema agudo de pulmão, palidez, taquicardia, angustia e sudorese fria. Os sintomas já descritos são conseqüência de congestão venosa pulmonar, por falência do ventrículo esquerdo e aumento das pressões retrogradamente. Outros sistêmica, falência de ventrículo direito e aumento das pressões retrogadamente. Surge então a estase jugular, que é ingurgitamento das veias jugulares.Hepatomegalia.Edema de membros inferiores.Desaparece à noite pelo aumento do retorno venoso que acontece quando paciente se deita.Ascite,derrame pleural,edema generalizado,anasarca.

Exame Físico

Dependendo do grau de insuficiência cardíaca e da causa de seu aparecimento podem predominar os sinais de congestão venosa pulmonar,como os estertores crepitantes ou os sinais de congestão venosa sistêmica,como estase jugular,hepatomegalia e edema de membros inferiores.
Na ausculta cardíaca podem ser detectado sopros ou bulhas acessórias como 3º bulha e o ritmo de galope,sinais de falência ventricular.Hiperfonese de 2º bulha , À custa do segundo componente (pulmonar) , por aumento de pressão em território pulmonar.

Tratamento

A abordagem terapêutica da insuficiência cardíaca deve ser sempre iniciada pelo controle da causa desencadeante.
Para o controle dos sintomas propriamente ditos são importantes o repouso e a restrição de sódio e água,alem das medidas medicamentosas.Dentre estas destaca-se o uso de digitálicos,drogas de efeito inotrópico positivo,que não se mostraram efetivas ate agora no aumento da expectativa de vida desses pacientes,mas cujo uso diminui a necessidade de internações por insuficiência cardíaca.
Os diuréticos também tem papel importante a fim de diminuir a retenção de sal e água.
Os medicamentos mais recentes que comprovaram ser efetivos na melhora da expectativa de vida desses pacientes são os chamados inibidores da enzima conversora da angiotensina,que interromperiam a seqüência de ativação dos sistema renina - angiotensina - aldosterona.Outras drogas ainda estão em estudo atualmente com perspectivas animadoras.

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